sexta-feira, 29 de maio de 2015

Dia dos Mortos, é festa no México




Día de Muertos é comemorado por todo o país / Foto: Divulgação VisitMexico.com 

Além de um dia de lembranças e saudade, o dia de Finados pode ser também um dia de festa, pelo menos em outros países, onde o 02 de novembro é celebrado com música, fantasias, apresentações teatrais, caveiras bem simpáticas e muita alegria.
O Día de Muertos (Dia dos Mortos) mais conhecido, é o mexicano e por ali a comemoração começou antes da chegada dos colonizadores espanhóis. Por lá e em alguns países da América Central e em comunidades dos EUA (onde há grande concentração de população com origem mexicana ou centroamericana) a festa acontece nos dias 01 e 02 de novembro, coincidindo com as celebrações católicas dos dias de Todos os Santos (01) e Finados (02).
A festividade mexicana é declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Conheça um pouco dos símbolos dessa tradição, cuja origem remonta há mais de 3000 anos
Caveira: vida, morte e sátira
As ‘caveiras mexicanas’ que tanto vemos por aí (hoje é moda estampando tudo que é objeto – quem nunca viu uma linda camiseta com elas?) têm origem na festividade.
Em algumas culturas pré-hispânicas as celebrações no dia dos mortos remontam há mais de 3000 anos. Eram festas dedicadas às crianças e aos parentes mortos, presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a ‘Dama de la Muerte’ (dama da morte), atualmente relacionada com a personagem ‘La Catrina’, do pintor, ilustrador e cartunista mexicano, José Guadalupe Posada (1852-1913).
As caveiras do artista são cheias de vida. Vestidas de gala, à cavalo, em bicicletas etc, além de belas ilustrações também carregavam em si mensagem sociais e políticas.
A ‘La Catrina’, por exemplo, é uma sátira dos indígenas que, enriquecidos durante o Porfiriato (período no qual o México esteve no controle do general Porfírio Díaz) renegavam suas origens e costumes copiando modas européias.

'La Catrina' de José Guadalupe Posada / Foto: Wikimedia
‘La Catrina’ de José Guadalupe Posada / Foto: Wikimedia 


Originalmente chamada de La Calavera Garbancera, La Catrina foi rebatizada assim pelo pintor mexicano Diego Rivera (1886 – 1957).

'Sueño de una tarde dominical en la Alameda Central', mural de Diego Rivera o retrata como criança, ao lado da esposa Frida Khalo e de Posada, "pai" de 'La Catrina' - Foto: Wikimedia
‘Sueño de una tarde dominical en la Alameda Central’, mural de Diego Rivera o retrata como criança, ao lado da esposa Frida Khalo e de Posada, “pai” de ‘La Catrina’ – Foto: Wikimedia


Além da ‘caveira mãe’, as festividades contam com outras caveirinhas, que estão em ilustrações, artesanatos cerâmicos e até em forma de doce (de açúcar puro, chocolate etc). Há também as Caveiras literárias, versos bem humorados nos quais a morte (personificada) interage (muitas vezes satirizando) com personagens da vida real.

Outros símbolos Calaveras de dulce – A maioria das caveiras doces (geralmente as de açúcar) tem escrito o nome do morto. Os mais bem humorados também escrevem nome de vivos (para fazer piadinha com os amigos, por exemplo).
Calaveras de azúcar / Foto: Divulgação VisitMexico.com
Calaveras de azúcar / Foto: Divulgação VisitMexico.com 


Flores – Assim como no Brasil, no México as famílias dedicam o 02 de novembro para limpar e enfeitar os túmulos dos parentes que se foram. As mais belas e variadas flores fazem parte da decoração e tanto lá como aqui, o Crisântemo tem destaque. Os mexicanos acreditam que essa flor, lá chamada de Cempasúchitl ou Flor de cuatrocientos pélalos (flor de quatrocentas pétalas), atrai e guia a alma dos mortos. Por aqui, quando vemos uma, logo dizemos ‘flor de defunto’.

Altar enfeitado com Crisântemos, flor que, para os mexicanos "atrai e guia" os mortos / Foto: Divulgação VisitMichoacan.com
Altar enfeitado com Crisântemos, flor que, para os mexicanos “atrai e guia” os mortos / Foto: Divulgação VisitMichoacan.com 





Pan de muertos  – é um pão doce, adornado (com a própria massa) polvilhado de açúcar. Apesar de ser um simples pão, não é consumido durante todo o ano exatamente por estar associado à celebração do Día de Muertos.
Pan de Muertos / Foto: Wikimedia
Pan de Muertos / Foto: Wikimedia



Altares e oferendas – por lá, acredita-se que a alma das crianças volte no dia 01 de novembro e que a dos adultos volte no dia 02.
Na impossibilidade de se visitar o túmulo (porque ele já não mais existe, ou pela distância ou outro empecilho) as famílias montam em suas próprias casas, altares bem enfeitados, inclusive com foto(s) do(s) morto(s) e ali deixam oferendas como comida, o pan de muerto, bebidas, cigarros e brinquedos (para a alma das crianças).

Na decoração dos altares, cheia de simbolismo há desenhos do que seria o purgatório (os quais servem para pedir que o defunto saia de lá, caso por ali esteja); a Cruz de terra para que o defunto lembre de sua fé (católica) em alusão à frase “Lembra-te que do pó viestes e ao pó, hás de retornar”, bastante proferida nas missas de Quarta-feira de Cinzas (daí as cinzas); o papel picado, típico artesanato mexicano (parece rendado) e variados doces de abóbora (importante alimento do país, ao lado do milho, do feijão e do chile); além de imagens católicas.

Balões “guiam os espíritos”
Além de várias atividades para comemorar o dia dos mortos por todo o país, Paracho, no Estado de Michoacán sedia o Festival de Globos de Cantoya, em sua primeira edição internacional.
Na tradição mexicana, os balões iluminados soem ao céu para indicar aos espíritos a rota a se seguir para conseguirem chegar às suas antigas casas para o convívio de seus familiares, bem como mostrar-lhes o caminho de retorno, após a celebração.


Na tradição, os balões iluminados guiam os espíritos / Foto: Divulgação VisitMexico.com
Na tradição, os balões iluminados guiam os espíritos / Foto: Divulgação VisitMexico.com




Economia local

Secretário de Turismo da Cidade do México anuncia atividades do Día de Muertos ao lado de mexicanas vestidas de 'La Catrina' / Foto: SECTURDF
Secretário de Turismo da Cidade do México anuncia atividades do Día de Muertos ao lado de mexicanas vestidas de ‘La Catrina’ / Foto: SECTURDF


De acordo com Carlos Mackinlay, secretário de Turismo da Cidade do México, a celebração atrai os olhares de milhões de pessoas anualmente por conta da tradição milenar e da originalidade. “No aspecto turístico, é uma das atrações mais esperadas durante todo o ano, se tornou motivo de viagem ao país e à capital mexicana com diferente objetivos”, de estudos antropológicos e históricos, à passeios culturais ou simples diversão. 




Fonte: mochilabrasil.uol.com.br




História da música Mexicana


A música mexicana é uma das mais ricas e complexas do mundo, com diversos estilos típicos e muitas curiosidades a música do México chama a atenção, seja pelos mariachis ou pela ranchera.


Conheça a música mexicana e suas características


A música mexicana é extremamente complexa, porem pode ser dividida em três categorias principais, a música mariachi mexicana, música ranchera mexicana e música regional mexicana. Com essa categorias musicais é possível definir o restante dos sub-gêneros.


Mariachi musica mexicana

Algumas das músicas mexicanas com maior destaque são: Bésame Mucho, La Bamba e La Cucaracha.


Bésame Mucho – Tino Rossi



história da música Mariachi mexicana

Vem do estado de Jalisco, próximo a capital do país, sendo um estilo totalmente marcante, onde cinco ou mais membros vestidos a rigor executam músicas tradicionais das zonas rurais mexicanas, esses grupos podem ser vistos em diversos filmes que se passam no México ou em cidades estadunidenses que fazem divisa, onde mexicanos vestidos tipicamente com ternos brancos e gravatas pretas cantam o estilo mariachi, porem o estilo mais comum é o que se aproxima a trabalhadores rurais, com roubas batidas do trabalho no campo.





História da música Ranchera mexicana

É um estilo patriótico, pois a música ranchera foca no amor dos mexicanos a pátria, no amor e na natureza, originalmente cantadas em ranchos e(ou) fazendas, tem frases e notas que se repetem diversas vezes durante a música.




Música regional mexicana

A música regional mexicana desenvolveu-se a partir da mistura de música espanhola com música indígena de diferentes regiões. São sub-gêneros da música folclórica que apresenta considerável variação de ritmo e instrumentação, de acordo com o seu lugar de origem. (Fonte: Wikipédia)

Música pop mexicana

A música pop mexicana tem crescido muito, um dos exemplos é a banda RBD (originária da telenovela Rebelde) que fez enorme sucesso (principalmente no Brasil) e moveu grandes multidões para seus shows.



fonte: musicaecinema.com

quarta-feira, 27 de maio de 2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Semana do México na Romã


SEMANA DO MÉXICO: Tradições, Culinária, Arquitetura e Decoração.









Nossos vestidos e batas são produzidos artesanalmente por associações de povos indígenas no estado de Oaxaca - México.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Bonecas


Bonecas que são cheias de Charme e Estilo!





Flores na decoração




As flores têm poder de repaginar o ambiente e ainda trazer conforto e bem-estar à decoração.






Nossa senhora


Uma boa tarde!



Banquinho


Por mais que sua sala seja enorme, é muito difícil ter sempre espaços para todos os convidados sentarem. E vamos confessar que uma sala atravancada de sofás e poltronas não é muito legal, né? Por isso, os banquinhos são sempre uma boa opção para quando queremos comer uma coisinha, bater um papo ou dar uma aliviada no pé cansado.



sexta-feira, 15 de maio de 2015

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